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UGG Locarno 5191 Boots Black On Sai

$268.00  $188.00
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The Ugg Locarno 5191 Black Boot is made with quality sheepskin and leather inspired by bomber jackets, the Locarno exemplifies understated style.This boot features an exposed shearling cuff and UGG Austrália's signature Tasman design embossed in leather straps as an added detail. Hidden inside zip makes for easy on and off. The side leather straps with buckles can bê adjusted. Fully estendei,the boot is ateliê. Pulled down,the boot is shorter with a scrunched look.

Sold Out
  • Model: 5191.
  • 0 Units in Estoque

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Customer Reviews:

Displaying 1 to 6 (of 6 reviews)

 
by Nancy Lbove
Date Added: 09/18/2010
I love Ugg Locarno 5191 Boots !! It is convenient to go out for me, what's more, the boots are warm and comfortable. I also wore them to school, But they lasted one year because I live in London. Perfect transaction! Love them!!!

Rating: 4 of 5 Stars [4 of 5 Stars]

by susan mothershead
Dá-te Added: 09/16/2010
I'm não longer able to wear my sneakers without fear of slipping and breaking my neck. So, in winter, the only shoes I wear outside now is UGG Boots. I'vê had my pair of ugg classic short boots for about 1 year now and they look almost as almost new as the day I bought them...which is impressive considering .

Rating: 5 of 5 Stars [5 of 5 Stars]

by michelle Taylor521
Dá-te Added: 09/15/2010
My order of these Locarno 5191 Boots Black arrived today and I can't thank you enough for such quick service, free shipping. And do you know, i like that Locarno 5191 so much that it is beautiful than what i saw from the website, I wish the very best to all of you!it's so economical to buy the ugg boots.

Rating: 5 of 5 Stars [5 of 5 Stars]

by Shaleeta Wright
Date Added: 08/27/2010
Great Locarno 5191 boots! Get looks whenever I wear them :) only thing I wish is that they were ateliê. I thought they would'vê been up to my knee but they only come to mid calf. Super comfy and warm but your feet dom't get too hot. Would like more colors!!!! Fit true to size.

Rating: 4 of 5 Stars [4 of 5 Stars]

by Milly Lopez
Date Added: 08/25/2010
I recived my boots just over a week and I live in the UK!!I love them, my daughter loves them,so I think I may need to buy another pair!!

Rating: 4 of 5 Stars [4 of 5 Stars]

by kenneth mcnatt
Dá-te Added: 07/30/2010
The prices at this seller are awesome - they seem to have lower prices than most online sites I could find.

Rating: 5 of 5 Stars [5 of 5 Stars]

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This product was added to our catalog on Friday 16 July, 2010.

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Saturday :: 19 / 04 / 2014

Noticia : Economía

As economias emergentes e o "Peak Oil"

09/03/2011

A crescente influência de alguns países emergentes está mudando o panorama econômico e geoestratégico mundial. O acesso à energia se encontra no centro desta transformação.



Logotipo dela Universidad Politécnica de Madrid

Logotipo da Universidade Politécnica de Madri

"Peak Oil" ou ponto de inflexão é o momento a partir do qual a produção mundial de petróleo começaria a descer irreversiblemente
Em Arábia Saudita, a produção atual está entre um 20% e um 25 % por embaixo de sua capacidade de extração

China é, sem dúvida, o líder deste grupo, batizado como BRICs , do que também fazem parte Índia, Brasil e Rússia. Silvia Centeno, professora do Departamento de Sistemas Energéticos da Escola Técnica Superior de Engenheiros de Minas da Universidade Politécnica de Madri analisa este processo e suas possíveis conseqüências.

No mercado do petróleo a incursão das economias superemergentes está provocando por um lado o deslocamento do centro de gravidade da indústria e, por outro lado, o temor a que atinjamos o temido “Peak Oil” ou ponto de inflexão, a partir do qual a produção mundial de petróleo começaria a descer irreversiblemente.

Durante os últimos dez anos, as empresas estatais chinesas CNPC, Sinopec, CNOOC e PetroChina, as russas Gazprom e Rosneft e a brasileira Petrobras estão realizando investimentos em massa, desde Latinoamérica a África ou o Ártico. Seu objetivo é tanto o de assegurar-se o abastecimento contínuo de um insumo básico como o de incrementar sua influência no panorama mundial. Pela primeira vez na história do petróleo, os governos que possuam reservas de crude ou gás não dependem já unicamente dos países ocidentais para sua exploração, produção e exportação.

ÀS grandes empresas petroleiras ocidentais se lhes propõe o problema de como aceder aos jazigos de crude neste palco de nacionalismo petroleiro dos países produtores e de avanço imparável dos BRICs.

Quanto à idéia do “Peak Oil”ou ponto de inflexão, esta surge de uma das teorias mais amplamente aceitadas em relação com a produção e as reservas de petróleo mundiais. Em 1956, o geólogo norte-americano M.K Hubbert, analisou a evolução da produção de petróleo em EEUU calculando com bastante exatidão o momento em que esta atingiria seu máximo. Esse momento se conhece como “bico de Hubbert”. Extrapolando os cálculos a nível mundial, os geólogos Campbell e Laherrère, afirmaram, em 1998, que ao redor do ano 2010 se atingiria o “Peak Oil” global.

Mas a realidade em 2010 foi bem diferente. A nova corrente investidora permitiu que a indústria extractiva se desenvolvesse em tamanho e qualidade. A relação reservas/produção, longe de cair, está aumentando. Graças à aplicação de técnicas de extração e recuperação cada vez mais sofisticadas, tais como a injecção de água, nitrogênio ou dióxido de carbono, pode-se alongar a vida dos jazigos já maduros. E se descobriram grandes reservas adicionais que antes eram tecnologicamente inaccesibles em águas profundas de Brasil, o Golfo de México ou a Ilha de Sajalín.

Um caso muito significativo foi o de Rússia Em 2007, chegou a superar em alguns momentos a Arábia Saudita como maior produtor mundial, mas depois retrocedeu. Muitos interpretaram erroneamente que era a prova clara da teoria de Hubbert. No entanto, em 2010 sua produção se incrementou de novo até os 505 milhões de toneladas, muito acima de Arábia Saudita. E o que é mais importante, também o fizeram as reservas um 50% acima do produzido.

Em Arábia Saudita, a produção atual está entre um 20% e um 25 % por embaixo de sua capacidade de extração e ainda sendo o país com o maior volume de reservas provadas, estas podem ser maiores, tendo em conta que faz anos que não se realizam explorações adicionais.

Irã e Iraque são casos muito similares. Irã é o terceiro país por volume de reservas conhecidas mas carece, desde faz vários governos, de uma política de investimentos que permita o desenvolvimento de sua indústria petroleira. Estima-se que fazem falta uns 150.000 milhões de dólares para modernizar suas instalações atuais. Com os investimentos e a tecnologia adequada, Irã poderia duplicar suas reservas e sua produção. Por sua vez, Iraque viu paralisadas seus investimentos como conseqüência da guerra e a insurgencia mas se concederam blocos a várias companhias estrangeiras, chinesas e européias em sua maioria, e as expectativas de novos e importantes descobertas são elevadas.

Do lado da demanda, esta decresce no maior consumidor mundial, EEUU, e seguirá caindo durante os próximos anos como conseqüência de uma combinação de medidas de poupança energética e de substituição por outras energias alternativas.

No caso de China, segundo consumidor mundial e responsável do 50% do crescimento da demanda global de petróleo, têm confluido duas tendências contrárias. Por uma parte, iniciou um programa de estímulo econômico, para contrarrestar os efeitos da recessão de 2008, que supôs uma forte demanda de produtos intensivos em petróleo. Mas por outra parte, intensificou seu Plano Nacional contra a Mudança Climática que tem como objetivo reduzir o consumo energético e fomentar as fontes de energia renováveis.

Em conseqüência, o problema atual, deixando a um lado as considerações sobre a mudança climática e as emissões de CO2, não é tanto de reservas ou de capacidade de produção como de custos. Um palco de preços altos do petróleo permitirá manter as margens da indústria -diferencia entre o preço e o custo de produzir um barril de crude- em níveis que façam rentável o investimento, mas, ao mesmo tempo, fará mais competitivas as fontes de energia alternativas.

Como já expressasse faz anos o xeque Yamani, um personagem mítico no setor, antigo Ministro do Petróleo saudí e Presidente da OPEP durante 25 anos, ao igual que a idade de pedra não se acabou porque se acabassem as pedras, era-a do petróleo não se terminará porque se acabe o petróleo. Yamani pensava que o petróleo seria substituído por outras fontes energéticas muito antes de que este se tivesse esgotado.






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