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Noticia : Estadísticas

A Universidade de Castilla-A Mancha multiplicou por sete seus fundos de I+D+i desde o ano 2000

26/02/2010

A Universidade de Castilla-A Mancha (UCLM) multiplicou por sete seus fundos em Investigação, Desenvolvimento e Inovação (I+D+i) entre os anos 2000 e 2009, período no que passou de 5,1 a 35,2 milhões de euros de investimento em matéria investigadora. Esta é uma das conclusões mais destacadas dos resultados de investigação 2009 da Universidade regional que foram apresentados no campus de Albacete pelo reitor da UCLM, Ernesto Martínez Ataz.



Presentación de los nuevos datos sobre I+D+i de la UCLM

Apresentação dos novos dados sobre I+D+i da UCLM

Sete de cada dez professores da UCLM trabalham em projetos de investigação

O Reitor tem estado acompanhado pelos vicerrectores do Campus de Albacete e Projetos Empreendedores, Antonio Roncero, e de Investigação, Francisco José Quiles, num ato celebrado no Sala de aula Magna da Faculdade de Medicina.

Em sua exposição ante os meios de comunicação, o reitor assinalou o incremento de professores que participam em projetos de investigação, como um dos fatores finques no avanço que experimentou a instituição em capacidade investigadora nesta década , pondo como exemplo os últimos cinco anos, “em só um lustro se incrementou em 8,21 pontos a participação de professorado a tempo completo em trabalhos de investigação, algo que está sendo decisivo para entender os bons resultados em atividade investigadora na UCLM desde o ano 2000 até agora”,-assinalou Martínez Ataz, quem felicitou aos professores e investigadores animando-lhes a seguir pelo caminho da excelência.

A participação de professores em projetos de investigação passou de 901 em 2005 (62,4%), a 1.137 em 2009 (73,45%), o que supõe que sete de cada dez professores da UCLM estão imersos em algum trabalho de investigação.

Por sua vez, Francisco Quiles assinalou que apesar da crise econômica e o recorte em algumas partidas de gasto público que incidem no desenvolvimento da I+D+i, a Universidade regional mantém sua evolução favorável em investigação, “pese às dificuldades que persistem, a atividade investigadora em nossa Universidade não viu mermada seu financiamento total durante o ano 2009, cujos fundos de investigação aumentaram com respeito a 2008 numa percentagem próxima ao 7%, passando de quase 33 a mais de 35 milhões de euros”, assinalou o vicerrector.

Neste sentido, Quiles manifestou que todos os recursos financeiros captados e gerados pela Universidade regional com respeito a 2008 mantêm sua senda expansiva, desde uma taxa de variação próxima a aumentos do 11% nos projetos europeus, do 9% e do 5,3% nos de âmbito regional e nacional, até um incremento de cerca do 5% em ajudas da UCLM à investigação.

De igual forma, o financiamento proveniente de contratos com empresas e entidades manteve um ritmo de crescimento ligeiramente acima do 6% com respeito a 2008, reflexo da confiança que mantêm o setor empresarial e público na instituição acadêmica à que seguem encomendando suas iniciativas de I+D+i, especialmente no âmbito da Teledetección, a Informática e o Médio Ambiente, setores produtivos à cabeça de+ contratos com a UCLM em 2009

. O reitor pôs o acento neste último capítulo, ao que se referiu qualificando-o de “sobressalente” em termos de desenvolvimento global de investigação na Universidade regional, já que, segundo manifestou, em quase uma década esta relação contratual foi em constante incremento, “no ano 2000 a UCLM obteve algo mais de um milhão duzentos mil euros, nove anos depois a cifra supera os 12 milhões, o que equivale a mais dez vezes de financiamento procedente dos contratos com empresas e entidades”, assinalou Martínez Ataz. O área de investigação de Engenharia e Tecnologia com mais de 350 contratos efetuados, é o que mais faturou em 2009 com cerca de 9 milhões de euros.

Os resultados I+D+i 2009 contribuem outros dados marcantes nos que se pode observar como a UCLM duplicou seus fundos de investigação nos últimos quatro anos, passando de 17,7 milhões de euros no 2005 a 35,1 do ano 2009. Um período no que a soma dos projetos, contratos e ajudas da UCLM à investigação supuseram um aumento a mais do 35%, com um total de 1.523 assuntos registrados em 2005 que quatro anos mais tarde se converteram em 2.061. Nesta evolução da investigação durante este trecho de tempo, cabe ressaltar os 321 contratos com empresas e entidades do 2005 frente aos 560 de 2009, que supuseram um aumento do 74%.

Com respeito ao financiamento de infra-estruturas e equipamento científico-técnico para a realização de atividade investigadora, a UCLM obteve do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional mais de 63 milhões de euros desde o ano 2000, dos que 16,3 se destinaram ao período 2009-2013. O resultado é uma maior disponibilidade de equipamento nos institutos e centros de investigação, e a possibilidade da criação de novos como é o caso do Instituto Botânico, o Centro de Estudos Sociosanitarios e o Instituto de Nanociência, Nanotecnologia e Matérias Moleculares, já em funcionamento.

A favorável evolução na captação de fundos repercutiu num incremento no número de projetos desenvolvidos bem como nos recursos humanos e materiais que a UCLM dedica a esta atividade. Nesta linha cabe destacar que o número de grupos de investigação que trabalha na Universidade regional passou de 168 em 2008, a 190 em 2009 sendo as áreas de Engenharia e Tecnologia, Ciências Experimentais, e Humanidades, as que maior número de equipes concentram. Estas cifras supõem um importante salto qualitativo em só um ano, no que se incorporaram à atividade investigadora 22 novos grupos de investigação, seguindo assim a tendência de crescimento que se foi produzindo neste apartado desde 2005, ano no que a UCLM contava com 125 grupos.

De igual forma, foi reconhecida a qualidade investigadora dos professores da Universidade de Castilla-A Mancha pela Comissão Nacional Avaliadora da Atividade Investigadora, ao ter aumentado os trechos de investigação de 937 que se tinham conseguido até 2008, a 1.165 em 2009, representando um incremento do 24%, a mais marcante subida interanual desde o ano 2005 no que a UCLM contava com 780 trechos de investigação.


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